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Administrativo

A gestão democrática e participativa sempre é mencionada como uma boa prática para escolas. Entretanto, modelos horizontais de administração costumam enfrentar muitos desafios, principalmente para estruturar o trabalho e manter um bom ritmo de organização, já que a dinâmica se baseia na integração de recursos humanos.

É possível envolver tanto os colaboradores quanto pais, alunos e comunidade nas decisões, mas isso é uma prática saudável? Hoje falaremos um pouco mais sobre esse assunto, para você entender o conceito e a prática desse modelo de gestão: venha conosco e descubra!

1. Qual é o conceito de gestão democrática e participativa?

Como a palavra já sugere, uma gestão democrática é aquela na qual todos participam e têm voz. Esses modelos — um tanto quanto arrojados — estão presentes na maioria das empresas bem-sucedidas. As estruturas verticais, nas quais o poder é alinhado de cima para baixo, estão caindo em desuso.

Isso acontece porque a ideia de um ambiente harmônico promete alta produtividade. Além disso, pluralidade e diversidade também estão em alta, na garantia de que, quanto mais mentes diferentes trabalham em prol de um objetivo, mais perspectivas são contempladas e, portanto, melhores resultados são alcançados.

Como esse modelo funciona na prática?

Para aplicar a gestão democrática e participativa, quem administra a escola precisa abrir as estratégias para todos os envolvidos. O intuito é montar equipes que colaborarem mutuamente para o desenvolvimento de determinado setor ou atividade específica. Um aviso: a comunicação precisa ser centralizada, ok?

Caso contrário, fica muito difícil acompanhar o andamento e garantir que retrabalhos e confusões não vão acabar em desperdícios de recursos — tempo, força de trabalho etc. —, custos adicionais, clima organizacional ruim e baixa na qualidade dos serviços. 

O ponto de atenção é que ser um gestor democrático não necessariamente significa compartilhar a tomada de decisão. Você pode sim ser totalmente aberto a sugestões, conversas, testes e ainda assim optar por tomar a decisão internamente ou com um grupo de pessoas reduzido.

2. Quais são as vantagens desse estilo de liderança?

No contexto de uma instituição escolar, não é possível dispensar uma visão de gestão de negócios, mas não podemos perder de vista o fato de estarmos diante de uma atividade pedagógica. Assim, uma equipe multidisciplinar é capaz de gerar mais soluções e agregar valor ao ensino dos alunos. Isso é sim um diferencial competitivo para uma instituição escolar.

Diante desse cenário, é impossível ignorar que a gestão participativa — que envolve colaboradores de diversas áreas, além de pais, alunos, comunidade local e outros órgãos que tenham relevância nesse cenário — eleva o nível da escola, entregando um produto de interesse de todos. No fim das contas, o resultado é capaz de mudar a forma como a educação é vista.

3. Qual é o pontapé inicial para aderir a esse método?

Antes de qualquer coisa, você precisa identificar qual é o seu estilo de liderança. Não adianta querer fazer uma gestão descentralizada se você não consegue lidar com diferenças e opiniões contrárias, por exemplo.

É claro que o aprimoramento é bem-vindo, mas quando o assunto é business, é fundamental garantir o sucesso da sua instituição em particular antes de pensar em se adequar ao que é mais bem aceito. 

Outro ponto primordial é conhecer a sua equipe. Um bom estudo sobre os perfis psicológicos e os arquétipos de Jung podem ajudar você nisso. O ponto aqui é analisar se uma gestão democrática é mais proveitosa dentro do cenário específico da sua instituição.

4. Quais são os desafios na implementação? 

A falta de objetividade pode ser uma grande vilã de uma gestão colaborativa. Com muitas vozes e ideias de direcionamento possíveis — e todas essas ideias sendo abraçadas para extrair o melhor desse diálogo —, pode ser complicado entender qual é o direcionamento, principalmente se a equipe não está acostumada com esse modelo.

Os ruídos na comunicação devem ser evitados de forma efetiva, pois simbolizam um desserviço para esse tipo de gestão, podendo levar a prejuízos e tirar o seu propósito. A verdade é que as diretrizes precisam ser claríssimas, e o desempenho, altamente alinhado: equipe e liderança comprometidos a fazer dar certo.

Prepare-se para reconsiderar

Principalmente quem não está acostumado com esse espaço de colaboração pode receber mal o modelo. E isso inclui a gestão. Sendo assim, respire fundo e, de fato, disponha-se ao diálogo. Ideias podem ser mesmo conflitantes, mas uma figura coercitiva não é bem-vinda para a escola que quer aplicar a gestão democrática.

A liderança deve cuidar de sua própria personalidade, bem como buscar a qual é a melhor alternativa para o desenvolvimento da escola. Deve-se considerar o propósito e as oportunidades de crescimento, além do benefício que essa abertura pode ou não trazer para os clientes — pais e alunos. 

5. Como superar as adversidades?

Apoie-se no planejamento estratégico escolar. Como ele dá as diretrizes para o desenvolvimento do trabalho, ele também deve nortear o seu modelo de gestão. Afinal, esse planejamento é reflexo do esquema idealizado e praticado para alcançar os objetivos da instituição, por meio das metas.

Você deve prever momentos periódicos de alinhamento, por meio de encontros, reuniões, dinâmicas etc. O importante é que, de tempos em tempos, a gestão analise o desempenho e ajuste o que não estiver de acordo, conduzindo a equipe.

Para isso, todo o time de trabalho precisa estar a par tanto dos indicadores quanto do acompanhamento dessas métricas. É função da gestão garantir que todos estejam informados e prontos para trilhar esse caminho.

Automatize processos

Use um sistema de suporte para todas as áreas, que seja capaz de garantir o funcionamento em sinergia e com transparência. Esse benefício deve se estender para o relacionamento com pais e alunos: mantenha-os próximos e atualizados. Assim, além de manter a gestão acessível, você compartilha o modelo de trabalho e uma boa experiência.

Para fazer uma gestão democrática e participativa, ter recursos escolares integrados é uma necessidade. A comunicação precisa ser clara e objetiva, não deixando espaço para nenhum atraso nas informações ou prática de achismos. Para tanto, você deve utilizar um sistema especializado, capaz de atualizar tudo em tempo real para todos os envolvidos.

Qual é a opinião comum dos seus contatos sobre esse modelo de gerenciamento escolar? Compartilhe este post nas suas redes sociais e peça a opinião dos seus colegas da área!

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Administrativo

Para obter bons resultados na gestão, os recursos escolares precisam ser alinhados. Isso significa que a integração deve estar presente em todos os processos. Com setores interligados, a instituição funciona em sinergia, já que uma ação influencia a outra, sem a necessidade de repetições e retrabalhos.

A pergunta de ouro é: como conseguir alinhar todas as áreas e pessoas, evitando problemas de comunicação e melhorando o desempenho? A resposta está neste post. Ficou curioso? Venha conosco e descubra!

Em que consiste a integração de recursos escolares?

Imagine um motor funcionando: diversas engrenagens girando em sincronia para dar força a uma ação. Da mesma forma se dá a organização da escola, e se uma das peças para de funcionar ou sai do ritmo por algum motivo, todo o trabalho está comprometido.

Integrar recursos escolares é sobre fazer com que todos os elementos relacionados aos serviços prestados funcionem em harmonia, colaborando entre si. A ideia é que cada ação impacte diretamente o sistema ao qual pertence, continuamente, gerando um ciclo.

Cadastros, informações financeiras, conteúdos acadêmicos, dados letivos, calendários escolares, contato com pais e alunos, enfim: tudo isso deve se comunicar automaticamente, atualizando o que for pertinente para todos os envolvidos em cada processo.

Qual é o impacto desse método na produtividade da escola?

Em um cenário no qual todas as pessoas envolvidas estão a par do andamento dos procedimentos e têm facilidade para desenvolver suas funções, a produtividade é beneficiada. O resultado disso é refletido para pais e alunos, que recebem os melhores serviços e atendimento. Veja como funciona!

Centralização de processos

Um grande problema acontece quando os setores não se comunicam. Se o responsável pelo aluno paga a mensalidade e essa informação não chega depressa à área de cobrança, por exemplo, isso pode gerar um grande transtorno com o pagador em questão, chegando a constranger o aluno, além da perda de tempo e desperdício de recursos.

Quando há um integrador de recursos, acontece o lançamento automático de ações e acontecimentos. O sistema trata de atualizar informações em tempo real, disparando avisos quando necessário, conforme as atividades vão acontecendo. Isso vale para a área de finanças e relacionamento, mas também para todas as outras.

Alinhamento de perspectivas

Outro ponto positivo de contar com a integração de recursos é que todas as pessoas tenham todas as mesmas informações acessíveis, e isso inclui colaboradores, pais e alunos. No caso do calendário escolar, por exemplo, uma alteração da coordenação já torna o novo mapa de atividades vigente para todos que acessarem.

Mesmo que cada parte envolvida tenha uma necessidade diferente advinda do mesmo recurso — os processos de finanças, por exemplo, simbolizam coisas diferentes para cada área que usufrui deles —, todos estarão munidos das informações necessárias para sanar dúvidas, executar funções e dar o start no próximo passo, seja ele qual for. 

Acompanhamento do desempenho

Dessa mesma forma ocorre a respeito da comunicação entre escola, pais e alunos: os responsáveis podem acompanhar informações sobre mensalidades, desempenho acadêmico etc. Todas as interações e atualizações ficam salvas no cadastro, que reúne um arsenal de dados para melhorar o atendimento.

Além disso, o desempenho institucional é acompanhado de maneira vertical e horizontal, já que tanto a gestão quanto a equipe de trabalho consegue visualizar de forma dinâmica as atividades dos setores. Com o fluxo de processos padronizado, qualquer gargalo é facilmente identificável e, consequentemente, pode ser rapidamente dissolvido.

Como implantar a integração de recursos na escola?

Primeira decisão crucial para alcançar o sucesso na integração de recursos escolares: contar com orientação especializada. Embora existam muitos softwares de organização, é ideal que você escolha um voltado para gestão escolar, pois esse serviço entende as necessidades específicas da instituição e os desafios enfrentados por você nesse cenário.

Lembre-se de que nós somos experts nesse assunto, sendo assim, você sempre encontrará conteúdos educativos, preparados especialmente para auxiliar no crescimento da sua gestão escolar: assine a nossa newsletter para ter acesso e conte conosco!

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Administrativo

O planejamento pedagógico é uma prática de gestão escolar que consiste na avaliação de um conjunto de aspectos (positivos e negativos) relativos ao processo de aprendizagem durante o ano letivo, visando aplicar melhorias para o ano seguinte. Sim, estamos falando de uma etapa que se inicia com antecedência nas instituições de ensino.

Por que essa prática é importante? É a partir dela que: metas da escola são acompanhadas e avaliadas; desempenhos abaixo do esperado são facilmente identificados; necessidades da escola são levantadas; e boas práticas são aplicadas para possíveis melhorias.

Em outras palavras, é como fazer uma raio-X do panorama pedagógico, diagnosticar problemas e casos de sucesso, discutir meios de aprimoramento, estabelecer novas metas e estratégias, e criar a programação para a próxima temporada.

Embora o conceito seja simples, a tarefa requer bastante esforço mútuo, o que muitas vezes leva a equipe a ter dificuldades em seguir os planos. Por isso, listamos as 3 melhores práticas para o seu planejamento pedagógico. Confira!

1. Integre todos os envolvidos no processo de aprendizagem

Um dos papéis mais importantes do gestor é promover o engajamento por parte de todos aqueles que influenciam no processo de aprendizagem. Portanto, o planejamento pedagógico oferece um ambiente propício para juntar todos à mesa e debater as principais questões.

Quando o planejamento é construído coletivamente, o gestor ganha uma oportunidade valiosa para colocar em pauta suas ideias e concepções. Por quê? Simples: uma equipe de especialistas na área pode ajudar a viabilizar o plano, seja contribuindo com sugestões, seja propondo ajustes.

2. Incentive o corpo docente a propor soluções

Você confia no potencial dos professores que atuam na sua escola, não é mesmo? Então considere o planejamento pedagógico o momento ideal para que esses talentos participem do futuro da instituição e, ao mesmo tempo, evoluam como profissionais de ensino.

Na medida em que o corpo docente se sente motivado e com autonomia para buscar soluções, os alunos são ainda mais beneficiados devido ao fato de que o professor é a pessoa que conhece eles a fundo. Ou seja, as metodologias propostas sempre terão como objetivo explorar o potencial e, também, suprimir as dificuldades individuais.

3. Revise o planejamento com frequência

Agora, queremos propor a você um momento de reflexão. Convite aceito? Então vamos lá: quando a gente se dedica a planejar algo para a vida pessoal, como economizar dinheiro para comprar um certo produto ou fazer uma viagem durante as férias, o que fazemos a cada mês ou semana que passa? Avaliamos o progresso, certo?

Com o planejamento pedagógico o acompanhamento não deve ser diferente. Afinal todas as ações estão sujeitas a falhas, da mesma forma que mudanças vêm a calhar no meio do caminho, logo não é interessante para a escola seguir o plano rígida e inflexivelmente.

Isso ajuda a evitar, por exemplo, que uma ação ou metodologia ineficaz seja colocada em prática durante o ano todo, em vez de revisar a questão e desenvolver uma ideia que possa surtir efeito nos meses que ainda restam. Por isso a revisão no segundo semestre é uma boa oportunidade para otimizar o planejamento pedagógico.

Aproveitando que o assunto aqui é planejamento, continue sua leitura e saiba, agora, o que é e quais são as vantagens do planejamento estratégico escolar!

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Se alguém perguntasse agora para você o que é gestão escolar, o que você responderia? Para quem cuida de uma instituição, o processo de gerenciamento do negócio é uma dinâmica constante e orgânica. Entretanto, no meio disso tudo, nem sempre os conceitos ficam claros como deveriam.

Pensando nisso, hoje vamos abordar esse assunto e trazer todo o conteúdo básico que você precisa para fazer uma boa gestão escolar, além de esclarecer pontos importantes para a prática.

Assim, você sempre vai ter esse conceito na ponta da língua e bem aplicado no dia a dia. Que tal? Venha conosco nessa leitura!

O que é gestão escolar eficiente?

A gestão escolar é mais do que um processo de gerenciamento comum. Além de lidar com os fatores inerentes ao negócio — diretrizes estratégicas, concorrência e lances do mercado, entre outros —, há ainda a relação interna e a questão do aprendizado, que envolve uma esfera muito mais ampla.

Sendo assim, ao pensar em gestão escolar, a ideia é direta: o gerenciamento de todos os processos envolvidos no negócio educacional. Para alcançar a eficiência nessa missão, é preciso equilibrar os dois lados da balança, sabendo que há uma parte humana a ser cuidada, claro, mas que o caráter mercadológico não pode ser ignorado.

Quais são os benefícios de investir nesse processo?

A boa gestão escolar garante a ampliação da eficiência e evolução do processo de ensino-aprendizagem. Além disso, uma escola bem organizada impacta diretamente a experiência do aluno, melhorando-a.

A gestão determina e executa o planejamento. Ela é responsável pelo andamento de todas as atividades, por estabelecer metas e criar planos para alcançá-las. Sendo assim, fazer uma gestão bem estruturada traz resultados consistentes.

Como aplicar uma boa gestão escolar?

Há uma frase muito famosa na área da administração que diz: não se gerencia aquilo que não se mede, não se mede o que não se define… E não há sucesso no que não se gerencia.

Essa é uma máxima que fala sobre resultados ligados diretamente à estratégia e sua execução. Dessa forma, os objetivos da gestão ficam claros: definir a direção, criar um esquema para seguir nela, acompanhar os passos.

Siga o planejamento estratégico

O planejamento estratégico norteia o andamento de qualquer organização. Ele não representa apenas um cronograma de atividades, mas o grande propósito por trás de tudo aquilo que se executa.

Nesse cenário, o primeiro passo para ter sucesso na gestão escolar é seguir o planejamento estratégico, pois nele estão contidas todas as diretrizes que norteiam a instituição. Tente ver através dos processos e encontrar o objetivo estratégico.

Foque na qualidade

Qualquer negócio depende dos clientes para sobreviver. Lembre-se: cliente satisfeito é sinônimo de qualidade do serviço prestado. A gestão com foco na qualidade tem o objetivo de aprimorar processos até que o resultado final satisfaça 100% o cliente. No caso da escola, esses clientes são os alunos e seus responsáveis.

Por isso, é imprescindível desenvolver métodos de coleta da satisfação, a fim de ajustar todos os procedimentos e atividades para alcançar esse nível de excelência. Isso vai fazer toda a diferença na hora de reter alunos. O resultado é a estabilidade e o crescimento da receita.

Utilize ferramentas de controle

Se não é possível fazer gestão daquilo que não se mede, um dos passos cruciais é determinar indicadores pertinentes às metas e objetivos. Esses pontos ideais vão ajudar você a medir o desempenho das ações. Quando você mensura, consegue quantificar o sucesso.

Na verdade, usar indicadores é sobre aplicar uma metodologia para ter análises sólidas. Com eles, a gestão sabe com exatidão o que deu mais ou menos resultado, além do que exigiu mais esforços e recursos. Com essas informações, a gestão tem poder para tomar boas decisões.

Como dissemos, a gestão tem sua parte mercadológica, técnica e relacionada ao business. Sendo assim, você pode e deve ficar a par de ferramentas de controle e metodologias que são consagradas. Ao conhecer, a gestão pode usá-las para prever cenários e fazer diagnósticos sobre a atuação da escola.

Aplique metodologias consagradas

Num sentido amplo, você pode utilizar a Matriz SWOT para identificar potenciais e defasagens da escola e seus concorrentes, bem como as 5 Forças de Porter. Para controlar a execução de tarefas em setores específicos, as lideranças podem utilizar o 5W2H, além de métodos SMART.

A verdade é que cada área tem metodologias consagradas que podem ser aplicadas. Basta que você se interesse e pesquise sobre, aplicando e aprendendo a ajustar o uso de acordo com a necessidade da escola e da equipe. Os tipos de personalidade, de temperamento, entre outros, são metodologias de RH bem importantes também.

Pratique o Ciclo PDCA

Plan, Do, Check, Act: planejar, agir, checar e ajustar. Esse ciclo, conhecido como PDCA, traz em si a essência do que definimos até aqui como gestão. Faça dele uma rotina no gerenciamento das atividades e espalhe essa ideia como cultura da escola.

Ao colocar o plano em prática, acompanhar as métricas e aprimorar o que for necessário, se estabelece um ciclo saudável de atuação. Dessa forma, há um alinhamento maior entre metas, desempenho da equipe e nível de qualidade dos serviços.

Use um bom sistema de gestão

A inovação e tecnologia devem estar presentes na sua direção, a fim de torná-la eficiente de verdade. Um sistema de gestão escolar integra os processos acadêmicos, financeiros e comerciais. Assim, todas as áreas operam com agilidade e sinergia, com procedimentos padronizados e sem perda de tempo.

Além de melhorar a comunicação interna, o uso de um bom software — especializado no negócio escolar — também diminui erros e retrabalhos, potencializando a produtividade e cortando custos. Por isso, quem faz a gestão precisa considerar uma parceria de sucesso nesse sentido.

Como manter a gestão escolar competitiva?

Sabemos que o mercado é um ambiente acirrado e que ninguém entra nele para brincar. Diante disso, não basta saber por alto o que é gestão escolar e quais são os pilares para aplicá-la, você precisa sempre buscar um diferencial, a fim de obter destaque e bom posicionamento.

Essa distinção pode estar na inovação, na forma com a qual você analisa recursos antes de aplicá-los e até no nível de conhecimento que você tem sobre a área educacional e suas ferramentas. Para ler mais sobre isso, acesse o guia sobre gestão escolar que preparamos para você e se aprofunde no assunto!

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Administrativo

O objetivo principal de um plano de gestão escolar é ter o direcionamento em relação a todas as ações que serão tomadas dentro de um período determinado. Em outras palavras, essas definições devem ser documentadas para orientar todos os procedimentos e as metas no decorrer do tempo.

Antes de qualquer coisa, vale lembrar que esse plano pode e deve ser participativo, ok? Sendo assim, envolva colaboradores, pais e alunos no processo a fim de obter melhores resultados. Dito isso, que tal conferir o que fazer para elaborar esse plano e como colocá-lo em prática? Continue com a gente e confira!

Faça o mapeamento de todas as ações

Embora o plano de gestão escolar diga muito sobre as diretrizes — objetivos e direções gerais —, também é importante que haja o detalhamento das ações. O planejamento envolve diversas áreas e os procedimentos esperados devem ser registrados, a fim de que o cumprimento deles leve ao alcance da meta.

Sendo assim, além de conter o planejamento estratégico, o documento deve contemplar também as ações, ou seja, ter a parte tática. As ações que vão colaborar para o alcance do objetivo precisam constar. Por exemplo, se o propósito específico das finanças é reter alunos, analise o seguinte: como isso vai ser feito? Em seguida, registre as ações que deverão ser tomadas.

Defina um método de acompanhamento

Indicadores de desempenho são muitíssimo importantes para manter o plano de gestão rodando bem durante todo o período. Afinal, com eles, você vai acompanhar o que está sendo feito e comparar com o que era esperado, tendo condições de analisar os resultados e melhorar o que não estiver satisfatório.

Além de determinar quais são as melhores métricas, há metodologias e ferramentas que podem ajudar você no controle das tarefas do dia a dia. O checklist, por exemplo, é de uso muito simples e pode ser facilmente administrado, ao mesmo tempo que é bastante poderoso. Existe também uma ferramenta chamada 5W2H que também pode ser usada no operacional.

Dê atenção às exigências legais básicas

Lembre-se de que o currículo, a carga horária geral — 800 horas de aula dentro de 200 dias letivos —, a carga horária exigida em disciplinas específicas, entre outros quesitos, deve atender às obrigatoriedades estipuladas no MEC. Por isso, o plano de gestão escolar precisa contemplar esses pontos, certo?

Veja o que o seu plano precisa conter:

  • um panorama sobre o setor;
  • uma análise do cenário de atuação da escola, pontuando o propósito da gestão;
  • os objetivos e metas do PPP;
  • informações sobre a metodologia de ensino;
  • dados do planejamento financeiro, sem deixar de lado a estratégia de captação de alunos e a da inadimplência;
  • quadro com informações sobre equipe de trabalho, alunos e seus responsáveis;
  • calendário administrativo e acadêmico, com o detalhamento das aulas;
  • uma parte para projetos, sejam eles acadêmicos ou pedagógicos;
  • avaliações periódicas (bimestrais ou semestrais, por exemplo);
  • plano estratégico de marketing;
  • ata das reuniões.

A verificação dos pontos, principalmente do currículo, merece atenção, pois alterações são bastante frequentes e a escola precisa prever isso no planejamento, adicionando o que for necessário e, em alguns casos, excluindo o que não é mais vigente.

Use a tecnologia para otimizar processos

Por fim, mas não menos importante: o uso de um software de gestão é imprescindível para automatizar processos e otimizar o seu plano de gestão escolar. Dessa forma, mantendo tudo organizado e a equipe alinhada em um “modus operandi” dinâmico e ágil, sem repetições e retrabalhos, é simples manter a comunicação fluida e a mente coletiva focada.

Conforme você viu neste artigo, é essencial desenvolver um plano de gestão escolar. Isso pode ser conseguido com a ajuda do mapeamento das ações que deverão ser realizadas, dando a devida atenção às exigências legais e recorrendo a um bom software educacional.

É bom se manter a par das melhores práticas acerca do gerenciamento escolar, concorda? Portanto, atualize-se sempre: comece assinando a nossa newsletter e receba conteúdos excelentes sobre o assunto em primeira mão!

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Como é o planejamento estratégico escolar da sua gestão? Quando ele foi feito, se ele é revisado, como os passos são avaliados e quais medidas são tomadas a partir daí? Tudo isso é importante para manter a instituição saudável e estruturar a excelência e crescimento tão almejados.

Pensando na importância desse pilar, preparamos este post para abordar um pouco mais o assunto, mostrar as vantagens de ter uma estratégia alinhada e uma escola organizada de acordo com o planejamento. Que tal se inteirar sobre esses pontos? Venha conosco nesta leitura!

O que é planejamento estratégico escolar?

O planejamento estratégico escolar se trata do processo de estabelecimento dos grandes objetivos do negócio, bem como o desdobramento em metas, além dos métodos e recursos utilizados para alcançá-las. As diretrizes estratégicas também são contempladas no planejamento, ou seja, a razão de ser da escola e qual é o direcionamento da atuação dela.

A ideia de planejar é criar rotas de acesso ao cumprimento do que é almejado, elencando também meios de avaliação, indicadores importantes e métodos de aprimoramento. Não há uma forma engessada de realizar esse processo, já que se trata da gestão de um organismo — a administração se torna um procedimento orgânico e vivo.

Quais são as vantagens de esquematizar os objetivos?

A ideia de ter uma estratégia está diretamente ligada ao alcance de metas, sejam elas de longo, médio ou curto prazo. No caminho percorrido até os objetivos, vantagens competitivas são agregadas à escola, que melhora seu desempenho gradativamente conforme executa o planejamento. Vejamos, a seguir, os benefícios potenciais!

Direcionamento das ações

Se você não sabe onde quer chegar, certamente não terá consciência de qual é o melhor caminho para alcançar um bom lugar, e na educação vale o mesmo posicionamento. Tanto no sentido da gestão escolar quanto no desempenho educacional, é fundamental determinar com clareza quais são os objetivos e metas.

Tudo o que acontece na escola, em todos os setores, precisa estar ligado a esses propósitos. Caso contrário, as ações ficam desordenadas, com cada um agindo por conta própria e como acha que deve. Isso torna os processos onerosos, o que, por sua vez, causa gastos de recursos que comprometem a qualidade.

O planejamento estratégico mapeia os passos até os objetivos, percorrendo as metas e estabelecendo abordagens para medir os acontecimentos e melhorá-los.

Alinhamento da equipe

O planejamento estratégico escolar não necessariamente precisa centralizar as decisões à direção. Não é uma má ideia fazer uma gestão participativa, dando a oportunidade à equipe de trabalho de opinar sobre os desafios e propor caminhos para alcançar pontos consensualmente importantes.

Quando você cria uma linha de ação e se comunica com a equipe nesse sentido, todas as atuações se alinham. Orientar é mais sobre oferecer perspectivas e colaborar para que as pessoas compreendam o motivo pelo qual é considerável agir de uma determinada maneira do que sobre ordenar que as coisas sejam feitas de tal jeito.

Sendo assim, envolver a equipe no planejamento faz com que toda a escola trabalhe falando a mesma língua e colaborando com o mesmo propósito. Isso se reflete no clima organizacional.

Melhoria nos serviços escolares

O planejamento cria um fluxo de trabalho, é como se você distribuísse tudo o que precisa ser feito em um esquema. Em outras palavras, a estratégia faz um mapa das ações, literalmente. Você sabe o que precisa ser feito, quando, por quem, com quais recursos e de que forma e, principalmente, com qual objetivo. Dessa forma, a chance de erros é reprimida.

A consequência imediata é que essa organização se reflete em todos os serviços prestados. O clima se torna harmônico, os processos acontecem de forma ágil e a equipe está preparada para atender as demandas. Alunos e pais são inevitavelmente beneficiados, reconhecendo a qualidade da escola.

Aprimoramento da gestão

A administração não é uma ciência exata e nunca será. Por mais que existam métricas, números, metodologias etc. — que também são muito importantes —, a verdade é que gestão acontece de forma dinâmica. O planejamento é o primeiro passo nessa jornada.

À medida que a estratégia é executada, quem detém a tomada de decisão aprende a lidar com esse ambiente tão movimentado. Vale ressaltar que fatores internos contam, mas os externos também estão presentes, pois o mercado não pode ser ignorado.

Esses fatores são absorvidos, analisados e aproveitados pela gestão. Por isso, também é importante focar nas necessidades específicas do gerenciamento do seu negócio, sendo mais local do que geral. Com o planejamento estratégico, a gestão evolui.

Crescimento da instituição

O planejamento estratégico escolar atua na esquematização das ações em função das metas e objetivos. Dessa forma, ele colabora para a identificação e correção de falhas, sendo ainda uma base necessária para a previsão de cenários.

O resultado é que a gestão tem um panorama dos desafios enfrentados e condições de encontrar meios para superá-los. Além disso, o planejamento dá a visão de longo prazo. Embora você tenha um tático operando para o presente, o norte está num objetivo futuro.

Metas bem estabelecidas, equipe alinhada, serviços escolares mantendo a excelência, gestão se aprimorando constantemente etc. são os fatores necessários para fundamentar o crescimento da escola. O planejamento estratégico é o pontapé inicial.

Qual é o melhor período para traçar um planejamento?

É bem comum que as pessoas encarem o planejamento estratégico como algo a ser feito antes do início das atividades. A verdade é que o plano e a estratégia são constantes. Claro que é importante traçar as informações pertinentes aos grandes objetivos antes de agir, mas isso não significa que o processo não deve ser incessante.

Principalmente no planejamento estratégico escolar, não caia no erro de esquematizar apenas nos começos e finais de anos letivos ou semestres. Para facilitar essa rotina, adote uma ferramenta cíclica, como o PDCA (PLAN – DO – CHECK – ACT), por exemplo. O principal é não deixar de medir os resultados, aprimorar e ajustar o plano.

Não deixe de se manter atualizado sobre o que é saudável para a gestão de escolas, além de se inteirar sobre as melhores práticas desse mercado: acompanhe a Software GEO no Facebook e no LinkedIn e fique por dentro!

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Administrativo

A gestão de fornecedores é uma atividade muito comum no mundo empresarial. Contudo, a área de educação também requer atenção nesse sentido, sobretudo pela quantidade de fornecedores a ser administrada. É uma lista que contempla, entre tantos itens:

  • acessibilidade;
  • passeios pedagógicos e recreativos;
  • manutenção de áreas comuns;
  • comunicação;
  • brinquedos;
  • materiais didáticos.

Quanto a isso, cabe dizer que a boa gestão é fundamental para assegurar que a escola esteja sempre munida de todos os materiais, serviços e infraestrutura, ou seja, itens cruciais para o funcionamento adequado. Além disso, ela tem o papel de cultivar uma relação saudável com os parceiros da instituição.

Ainda tem mais? Sim! A gestão de fornecedores, quando bem executada, gera melhor aproveitamento de tempo, economia financeira e redução de falhas. Curioso para saber como a “mágica” acontece e, principalmente, como administrar as parcerias de sua instituição de ensino? Nós explicamos tudo, aqui. Acompanhe!

Elabore um planejamento minucioso

Você deve ter lido e ouvido muitas vezes que devemos começar qualquer gestão pelo planejamento, certo? De fato, quando tomamos ações previamente pensadas, considerando os riscos e as consequências, as chances de sucesso são bem maiores.

Portanto é interessante estabelecer metas-chave que venham ao encontro do que você enxerga como a escola ideal. Nesse caso, vamos listar os seguintes deveres:

  • nunca deixar faltar materiais didáticos;
  • manter as instalações em perfeitas condições de uso;
  • apresentar um ambiente visualmente atrativo;
  • dispor de tecnologia aplicada ao ensino;
  • fornecer meios mais eficazes de gestão e atendimento.

A partir das metas propostas acima, você pode iniciar um planejamento mais detalhado em relação aos tipos de serviços que a escola precisa contratar para que os objetivos sejam alcançados.

Identifique as necessidades da escola precisamente

Depois de planejar ou idealizar o perfeito funcionamento da escola, chega o momento de analisar os recursos necessários para que tudo seja colocado em prática. Como fazer isso? Bom, primeiramente, é fundamental que a análise esteja em sincronia com as metas propostas no planejamento.

Em segundo lugar, é importante estabelecer prioridades tendo em vista utilizar o orçamento com inteligência e segurança, garantindo à instituição o essencial para que funcione adequadamente.

Por exemplo, se a escola se presta a distribuir aos alunos materiais didáticos exclusivos e personalizados — até mesmo como estratégia de marketing — a contratação de um bom fornecedor nessa área deve ter a prioridade alta.

Outra suposição: se a excelência em gestão é primordial, convém priorizar a contratação de um fornecedor de sistemas de software específicos para isso, bem como de outros serviços pertinentes.

Avalie os fornecedores em todos os aspectos

A avaliação dos serviços prestados tem de ser contínua e abranger diversos aspectos. É comum, por exemplo, cometer-se o erro de basear a experiência no atendimento inicial, cuja abordagem é feita por um vendedor — geralmente bem treinado e persuasivo.

Sendo assim, se possível, contate algumas empresas que façam parte do portfólio de clientes do fornecedor em questão. Outra prática recomendada é ligar ou encaminhar mensagem de e-mail ao setor de suporte para avaliar o tempo de espera, a cordialidade e a competência do atendente.

No andamento da parceria, não só o atendimento pode (e deve) ser avaliado com frequência, mas, também, outros fatores que façam a diferença. Exemplos: agilidade, qualidade, competência, compromisso etc.

Controle e registre todos os eventos

Você sabia que registrar todos os eventos entre a sua escola e os fornecedores é uma prática altamente recomendável? Quando dispomos desse tipo de informação, passamos a compreender diversos aspectos de cada parceria e, assim, a tomar as melhores decisões. Calma, a gente explica!

Vamos supor que você esteja trabalhando com os fornecedores A, B e C. Ao longo do ano, o fornecedor A foi solicitado 16 vezes (três delas de caráter emergencial). Quando o problema foi mais crítico, infelizmente, houve atraso na entrega do serviço e a escola recebeu várias reclamações por parte dos pais.

O fornecedor B foi acionado 30 vezes: o líder das solicitações. Sempre que a escola precisou dos serviços, o atendimento foi ótimo e a empresa encaminhou um profissional imediatamente. Por sua vez, o fornecedor C, bem menos exigido em comparação aos demais, é o mais caro da lista.

Percebe-se que diferentes conclusões podem ser tiradas com informações superficiais. Entretanto, se registramos que o fornecedor C seja menos acionado porque o serviço tem sido irretocável, enquanto o B foi chamado 30 vezes porque meia dúzia de problemas persistia, fica nítido que o custo-benefício deste último é alto.

Monitore o mercado com frequência

Por mais satisfeito que você esteja com o fornecedor, não se esqueça: monitorar o mercado é um dever que sempre contribui para a melhoria na gestão. Como isso pode influenciar tanto? Pois bem, vamos ponderar brevemente alguns fatores — a começar pelo custo-benefício.

É bastante comum que instituições de ensino (empresas em geral) firmem contratos com prestadores de serviços e, com o passar do tempo, o contrato não se mostra vantajoso. Normalmente o gestor só percebe a inviabilidade quando, monitorando o mercado, encontra fornecedores que oferecem um custo-benefício mais atrativo.

Além disso, como o mercado brasileiro é amplo, muitas empresas surgem com o propósito de oferecer não somente bons preços, mas serviços diferenciados e inovações. Logo, ao deixarmos de monitorá-lo, provavelmente deixamos ótimas oportunidades passarem despercebidas.

Construa uma ótima relação com os fornecedores

Obviamente, a gestão de fornecedores passa, também, pela construção de um bom relacionamento entre as partes. Quando se estabelece uma relação de confiança e compromisso, naturalmente, a parceria tende a ser mais colaborativa.

Quanto a isso, fica a dica: comunique-se com os fornecedores frequentemente, seja para registrar elogios, seja para notificar algum problema. Quando a comunicação é recorrente, a tendência é que o fornecedor se preocupe em manter a boa relação e, também, seja mais flexível na hora de renegociar o contrato.

Sem dúvida alguma, ao seguir todas as dicas elencadas até aqui, a gestão de fornecedores em sua instituição de ensino dará retorno positivo em pouco tempo. Evidentemente, muito desse trabalho é consideravelmente facilitado com a implementação de um sistema de gestão escolar.

Agora, diga-nos: como você tem lidado com os fornecedores em sua escola? Acredita que uma ferramenta específica viria a calhar? Deixe o seu comentário e participe!

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Administrativo

A gestão pedagógica é um dos pilares da administração escolar, responsável pela implementação do sistema de ensino numa instituição. Por outras palavras, ela faz acontecer a formação acadêmica dos alunos, desempenhando uma função elementar na construção de reputação da escola.

O profissional especialista responsável pela gestão pedagógica costuma ser o coordenador pedagógico. Contudo, quando nos referimos a cursos livres, é comum o próprio dono do projeto assumir esse papel. Mas o que implica a coordenação escolar?

Este assunto, curiosamente, gera muitos questionamentos entre profissionais da área, mas ainda é pouco difundido internet afora. Perante a realidade, decidimos elaborar este conteúdo, no qual abordamos cinco das principais dúvidas sobre o assunto. Vamos às respostas?

Integração entre todos os envolvidos

Ao mesmo tempo em que é considerada das maiores responsabilidades do coordenador pedagógico, integrar as pessoas inseridas na comunidade escolar é um enorme desafio para o profissional competente.

Na prática, significa que um dos objetivos-chave da gestão pedagógica é integrar pais, alunos, professores e direção. A comunicação entre as partes é fundamental ao bom desenvolvimento acadêmico e, também, contribui para um ambiente escolar saudável.

Seleção do corpo docente

Quando a instituição de ensino é instaurada, é imprescindível que já se tenha objetivos e propósitos que constituam o sistema escolar, de modo a estabelecer critérios, princípios e políticas adequadas. São esses fatores, por exemplo, que devem nortear a seleção do corpo docente.

Ou seja, numa boa gestão pedagógica, os professores são escolhidos de acordo com a capacidade de cumprir requisitos. Por exemplo, a formação acadêmica do candidato é condizente com os princípios e critérios da escola (técnica e ideologicamente)? Experiência com recursos tecnológicos é crucial?

Engajamento e motivação dos professores

Gerenciar o corpo docente também é uma das finalidades da gestão pedagógica. Além de analisar o desempenho, discutir situações, planejar medidas, entre outras atribuições, o coordenador pedagógico precisa manter os professores engajados.

A motivação, entenda-se, é um estímulo que tem de partir do ambiente de trabalho, isto é, vai além dos salários ou bonificações — embora saibamos que tais recompensas são bem recebidas e geram bons resultados. Quer exemplos? Pois bem, vejamos alguns:

  • comunicação frequente;
  • equipamentos de ponta;
  • capacitação profissional;
  • autonomia.

Esse último ponto, inclusive, é muito importante para o professor apresentar soluções e aplicar estratégias que ele entenda como apropriadas. Lembre-se: o professor é a figura mais próxima dos estudantes no âmbito escolar, portanto as barreiras acabam por desestimulá-lo.

Definição de metas e acompanhamento de resultados

Fora as atribuições que mencionamos até aqui, a gestão pedagógica envolve estabelecer de metas e, evidentemente, acompanhar resultados. A partir dos objetivos propostos pela direção, o coordenador pedagógico tem a missão de criar metas aos professores, por exemplo, para que elas sejam alcançadas.

Ao tirar as suas dúvidas a respeito de gestão pedagógica, provavelmente você notou que estamos falando de uma área repleta de desafios, não é mesmo? Portanto, tendo em vista facilitar a administração, a implementação de um bom software de gestão escolar é muito bem-vinda. Entendido?

Aproveitando que falamos em integração entre todos os envolvidos na comunidade escolar, aprofunde seus conhecimentos e saiba quais as vantagens de ter um psicólogo atuando na escola. Acompanhe!

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Administrativo

Você já pesquisou sobre a ocorrência de eventos internacionais de educação em 2019? Todo ano são realizados inúmeros encontros de grande relevância para a educação. Neles, são discutidas e expostas novas metodologias, reforçando a importância da reciclagem na área, além de demonstrar os casos de sucesso no que diz respeito a inovações no setor.

Que tal ficar por dentro dos principais eventos deste ano? Trouxemos este post com alguns deles. Continue conosco e descubra quais são!

Investigação, Práticas e Contextos em Educação (IPCE)

A VIII Conferência Internacional de Investigação, Práticas e Contexto em Educação acontece em Portugal, nos dias 03 e 04 de maio de 2019. A ideia do evento é colaborar para que as teorias e práticas da educação avancem.

O local prestigiado pelo encontro é a Escola Superior de Educação e Ciências Sociais (ESECS), integrante do IPL (Instituto Politécnico de Leiria). Os idiomas para submissão de propostas, além do português, são espanhol e inglês. Podem participar:

  • educadores;
  • professores;
  • estudantes do ensino superior;
  • investigadores;
  • agentes de direção e gestão de instituições escolares.

As temáticas de 2019 são: educação de infância, educação básica, ensino secundário, ensino superior, contextos educativos não formais, desenvolvimento comunitário e outras experiências em contexto educativo. As inscrições para a conferência vão até o dia 30 de abril.

Participe de outros eventos em Portugal

Portugal promove diversos eventos voltados para a educação durante todo o ano. A Conferência Internacional da História da Educação (ISCHE ) acontece entre os dias 16 e 20 de julho. O interessante de programar uma ida à Portugal é a facilidade de poder se comunicar em seu próprio idioma.

Embora os trabalhos sejam apresentados geralmente em outras línguas, a familiaridade com o português pode conferir maior aproveitamento das atividades.

Além disso, podemos citar a XI Conferência Internacional de TIC na Educação, que acontece nos dias 13, 14 e 15 de maio. A temática deste ano é “Desafios da Inteligência Artificial na Educação“.

Bett Educar 2019

O foco do Bett Educar 2019 é “A Gestão da Escola dos Novos Tempos“, além de aprendizagem e neurociência, o desafio da atração e formação de jovens nas ciências da natureza, pensamento computacional, tecnologia e cultura digital no currículo da educação básica. A programação conta com palestras, expositores e um fórum de gestores.

O Bett Educar é um evento interessantíssimo para quem mora no Brasil. Realizado em São Paulo, esse encontro tem caráter internacional e reúne autoridades de todo o mundo. Ele acontece entre os dias 14 e 17 de maio. O congresso conta com vagas limitadas, portanto, caso você queira garantir sua presença, é bom se inscrever o quanto antes.

Programe e incentive os colaboradores da escola a participarem dos eventos

Educadores e profissionais que atuam na educação e áreas afins precisam estar a par desses eventos, para que possam trazer o que há de melhor no mundo para dentro da instituição a qual pertencem, além de aderirem às melhores práticas em sala de aula.

Os eventos internacionais de educação em 2019 também devem ser alvo de quem deseja fazer uma melhor gestão na escola, portanto, não perca a chance de se modernizar e ficar por dentro das melhores práticas do sistema.

Que tal manter os seus colegas informados sobre o que está acontecendo no cenário de eventos educacionais? Compartilhe este artigo nas suas redes sociais e dissemine esse conhecimento!

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Administrativo

Saber como definir metas é um desafio até para os gestores mais talentosos. Daí a importância de ter um planejamento estratégico muito bem estruturado. Imagine só querer construir um grande prédio sem antes garantir um alicerce muito forte? A relação do planejamento com a definição de metas é exatamente essa.

Para auxiliar você na missão de estabelecer objetivos, cumpri-los em tempo hábil e ter uma equipe engajada nesses propósitos, trouxemos este conteúdo, com ações fundamentais para alcançar bons resultados. Não perca tempo: venha conosco e encaminhe sua gestão escolar ao sucesso!

Trabalhe na pesquisa de mercado

O setor educacional tem particularidades em relação aos outros empreendimentos. A parte pedagógica ganha grande destaque. A relação entre cliente e empresa se dá de outra forma, pois se trata de educação, um bem imaterial e totalmente indispensável aos cidadãos. Assim, agregar valor à proposta da escola é o que confere um diferencial competitivo.

Seja objetivo no diferencial competitivo

O que a sua escola oferece aos alunos que nenhuma outra instituição proporciona? Mensalidade acessível, qualidade de ensino e infraestrutura, atendimento excelente, metodologias diferenciadas, corpo docente altamente capacitado são pontos que podem responder a essa questão. entre tantos outros. É preciso ter esse diferencial bem estabelecido.

Foque na cultura organizacional

A razão de ser da escola, qual valor ela agrega na vida de quem a frequenta, quais são os códigos de conduta, a missão, os valores, a visão da empresa etc.: para se inserir com sucesso no mercado, isso precisa ser claro. Por quê? Simples: porque vai nortear tudo que a instituição fizer e estabelecer uma marca única (pesquise sobre branding). Daí em diante, você vai saber exatamente como definir metas condizentes.

Pesquise o público-alvo

Se a escola pudesse descrever um cliente ideal, como ele seria? Para direcionar bem o marketing e toda a formação de produtos ofertados, a gestão deve saber o que tem para oferecer ao mercado (como conversamos nos tópicos acima), mas também quem é o alvo dessa atividade.

A educação se destina a crianças, adolescentes, adultos? De quais faixas etárias? Onde essas pessoas moram? O que estão buscando ao procurar o serviço escolar (além do óbvio)? Quais são os problemas que elas enfrentam? Quanto podem e querer pagar? Quais canais de comunicação elas utilizam?

No caso das crianças e adolescentes, deve-se levantar o que é importante para os responsáveis delas, bem como as características deles.

Crie personas

Respondendo todas essas perguntas, você tem em mãos um perfil de consumidor. Tudo que for desenvolvido a fim de captar clientes precisa ser voltado para as necessidades e especificidades desse público, pois ele é o alvo a ser alcançado.

É imprescindível criar uma persona, até para fazer um melhor direcionamento para produtos diferentes, caso se tenha detectado mais de um perfil. Dê um nome a essa personagem inspirada nos clientes em potencial e direcione as suas ações.

Fique de olho na concorrência

A gestão sabe quem a escola é, o que ela tem a oferecer e para quem quer destinar os produtos. Assim, você precisa pesquisar no mercado, de acordo com seu critério (região, preços praticados, metodologia, instalações etc.), quais são as instituições que fazem concorrência direta com a sua. Analise-as.

Aplique o benchmarking

Uma vez que se elenca os concorrentes, você deve buscar os pontos fracos e fortes deles. Dessa forma, o que for prática de sucesso precisa ser incorporado ao desenvolvimento da sua gestão escolar, desde que não fira a cultura organizacional da empresa. É importante agir rápido, pois o mercado é competitivo.

Se você já chegou até aqui em seu planejamento, as metas já começam a ganhar corpo. Você tem um escopo das intenções e objetivos. Mas um propósito sem plano de execução e sem a métrica temporal não é uma meta. Porém, aqui o alicerce já está bem firme, vamos avançar!

Defina metas factíveis

É muito lindo pensar em dobrar o número de matriculados de um semestre para o outro. Entretanto, as metas não podem ser apenas ousadas, mas também factíveis. Definir metas impossíveis ou extremamente improváveis de alcançar é uma maneira de desgastar a equipe e fazer toda a organização fracassar por erro de planejamento.

Estabeleça estratégias

O seu planejamento vai dizer o que é ou não possível alcançar. Se a gestão tem toda a estrutura que precisa, crescer é pura questão de se organizar, alinhar e utilizar os recursos eficientemente. Observe esse pequeno passo a passo:

  • coloque os desejos da administração em grande escala (exemplos: ser a escola referência de boa educação na região ou aumentar o faturamento em 40%);
  • liste o que precisa ser mudado para que a estrutura seja adequada para alcançar o objetivo maior;
  • afunile esses itens em ações menores (ainda seguindo os exemplos: quais são as soluções para tornar a escola referência? quais opções fazem o faturamento aumentar?);
  • analise se é possível aplicar cada uma das hipóteses sem danos e quanto tempo, esforço e recursos isso demanda (sejam financeiros ou não);
  • enfim, defina a viabilidade e avance com a equipe no intuito em questão.

Confie na equipe

Uma escola é antes de tudo um empreendimento multi e interdisciplinar. A pedagogia é um dos pilares, mas as finanças não podem ser descuidadas, bem como o setor de cobrança e relacionamento com os clientes.

Então, não deixe de consultar e permitir que a equipe participe desse caminho para definir metas. Afinal, cada um pode contribuir da maneira proveitosa para a área na qual é especialista, não é mesmo?

Ao ficar a par dos objetivos não como plateia espectadora, mas de forma ativa, a equipe se sente parte do negócio. Assim, se engaja mais no trabalho. E quando os profissionais estão inspirados, o clima organizacional tende a ser favorável para o alcance das metas.

Acompanhe o andamento das tarefas

Tarefas delegadas, cada um sabe qual é seu papel e o quanto ele é importante para que a meta seja alcançada. É dever da gestão pensar no jeito de recompensar o trabalho bem feito do time, além de mostrar constantemente o quanto as ações — responsabilidade de cada membro — estão dando resultados.

É horrível trabalhar e sentir que você está sendo pressionado a entregar algo, sendo que todo o seu esforço não resulta em nada, concorda? Portanto, procure não seguir essa linha na sua escola. Além de demandar as atividades, acompanhe de perto o seu desenvolvimento, interferindo com sugestões e soluções, não apenas cobrando erros.

Analise os resultados

É impossível falar sobre administração sem falar de mensurar os resultados, pois é a análise deles que vai garantir o progresso contínuo e a constatação de crescimento. Definir indicadores para medir o sucesso das ações faz parte do processo. Assim, a gestão aprimora a escola, corrigindo o que foi malsucedido e aplicando novas soluções.

Dominar o assunto e saber como definir metas não é nenhum bicho de sete cabeças. Basta que se tenha foco na organização e nos métodos para planejar, aplicar, analisar e corrigir. O fator inovação também é fundamental, pois a tecnologia tem o poder de automatizar tarefas, simplificar informações e otimizar recursos. Não deixe ela de fora da sua gestão.

Falando nisso, o sistema usado na sua escola colabora para a definição e alcance das metas de crescimento e qualidade? Confira 12 sinais que indicam que o seu programa de gestão precisa ser trocado!

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Administrativo

As dinâmicas de integração são ferramentas dos recursos humanos que podem ser usadas em qualquer ponto da gestão de pessoas. Embora remetam às famosas dinâmicas de grupo utilizadas para recrutamento e seleção, a verdade é que aplicá-las na sua equipe já formada pode alavancar os seus resultados.

No caso da atuação de uma escola, todos os setores precisam funcionar com sinergia: essas dinâmicas são capazes de renovar os ares e trazer novas direções para a instituição. Que tal aprender mais sobre o assunto? Venha conosco!

O que são dinâmicas de integração?

Entenda a palavra integração como o ato de executar processos em grupo. A intenção é fazer com que as pessoas interajam entre si, se relacionando e influenciando positivamente. Quando trabalhando em equipe, ironicamente, os indivíduos se subdividem em conjuntos. Daí a gestão de pessoas aparece para identificá-los e direcioná-los.

Ilustrando a explicação

Para simplificar, imagine as dinâmicas de grupos dos processos seletivos: há uma situação-problema ou proposta, enquanto todos os participantes devem alcançar o mesmo objetivo.

Traçam-se condições e/ou tempo limite e a partir daí o avaliador vai destacando quais qualidades e defeitos aparecem nas pessoas, cruzando essas características no perfil desejado.

Dessa forma, os que apresentam aspectos mais próximos à expectativa são classificados. Do mesmo jeito, quem menos se enquadra no que era esperado é dispensado.

Embora a base seja semelhante, quando se pensa em desenvolver dinâmicas de integração para a equipe de trabalho, o formato se modifica um pouco, entenda.


Como usá-las em prol dos resultados da escola?

Os pilares da educação realmente nos trazem uma grande lição aqui: a diferença entre as pessoas é uma riqueza, por isso as metodologias precisam ser acolhedoras e não segregadoras. Partindo desse pressuposto, entenda que a atividade proposta não vai servir para traçar uma linha de capazes e incapazes na sua equipe.

Esse valor de “melhor” e “pior” não deve ser colocado em pauta: o ambiente não pode ser propício a essa competitividade nociva. Caso isso aconteça, vai tornar o clima organizacional horrível, prejudicando o andamento de todas as tarefas e planos, além de desmotivar os colaboradores.

Aplicando o conceito

A ideia de aplicar uma dinâmica de integração é visualizar como cada colaborador se situa diante de uma situação em particular. De que modo a pessoa atua sobre pressão, quais valores ela tem e coloca em prática, se tem perfil de liderança, pensamento analítico, se é uma comunicadora ou tem problemas para se expressar etc.

Se você faz gestão de uma escola, é primordial entender sobre o perfil psicológico das pessoas. Essa metodologia, junto com o conhecimento de temperamentos e outros fatores referentes aos recursos humanos, pode colaborar para que você aproveite o que há de melhor em cada um e colabore com a superação dos pontos fracos e desafios.

Quais são as vantagens das dinâmicas de integração?

Além de tornar você uma liderança mais forte e ciente do poder que as ferramentas gerenciais agregam à sua administração, há 5 benefícios principais em utilizar as dinâmicas de integração. Veja a seguir.

Evidencia os perfis

Em situações controladas, você consegue observar exatamente como cada um reage. As pessoas não são previsíveis e, por isso, é interessante propor contextos e ver como todos os elementos — planejados ou não — influenciam as ações e os resultados.

Destacando comportamentos, expressões e até sentimentos, você sabe com precisão qual peso aquele colaborador tem — ou pode ter — em determinadas circunstâncias. Assim, você pode usar isso a favor das metas da escola.

Destaca os talentos

O que citamos acima serve tanto para detectar indícios de atitudes ruins e incompatíveis com o código de conduta da instituição (como uma pessoa que se mostra estourada e sem paciência, mas trabalha no atendimento aos pais e alunos), mas também para mostrar quais são os talentos escondidos.

Você pode descobrir que um colaborador que atua na secretaria resolvendo documentos, por exemplo, se comunica tão bem e é tão persuasiva que poderia facilmente — com os incentivos e treinamentos adequados — ser representante comercial da proposta pedagógica da escola.

Soluciona problemas

De acordo com o direcionamento, a dinâmica pode alcançar soluções antes não vistas. O trabalho em grupo que é engajado nesses momentos pode trazer uma série de pensamentos diferentes e formas de enxergar os problemas do dia a dia. Assim, as opiniões influenciam positivamente o andamento das atividades cotidianas.

Nada impede você, na verdade, de colocar em pauta uma questão real — dentro de um contexto lúdico — e daí cavar a criatividade dos seus colaboradores. A experiência de cada um vai agregar valor na vivência do outro e desse movimento surgem desfechos antes impossíveis.

Aprimora a comunicação

Muitos resultados ruins são consequência de uma comunicação que não funciona. Uma escola trata de diversas áreas que atuam em conjunto, por isso, qualquer detalhe ou informação que não é passada de forma produtiva é capaz de causar muitos transtornos, perdas, retrabalhos e prejuízos.

Com o cenário estabelecido, tanto o gestor quanto a própria equipe percebe o que dificulta ou encaminha o trabalho de maneira desgastante. Na dinâmica, se pode errar. A falta de centralização, bem como a falta de atualização no andamento das tarefas e a delegação indireta, por exemplo, são problemas de comunicação facilmente evidenciados.

Diversifica o trabalho

O lúdico faz bem para o aprendizado de todos. Além disso, alivia um pouco o estresse da rotina. Sendo assim, o ambiente da dinâmica precisa trazer esse tom de atividade diferenciada: faça jus à palavra dinâmica. Quando o trabalho é diversificado e não traz roupagens pesadas, a equipe se torna mais engajada e interessada.

Como tudo isso impacta os resultados?

Pense na seguinte questão: quais os resultados trazidos por uma equipe engajada, multifacetada e interdisciplinar, que se comunica eficientemente, solucionando problemas e se livrando de gargalos, além de ter colaboradores alocados em posições que aproveitam o máximo de suas características pessoais?

Sim, clima organizacional excelente, talentos se desenvolvendo, pessoas realizadas e empresa bem posicionada porque valoriza o seu time de trabalho. Se tudo isso reflete nos serviços prestados, o que temos? Qualidade, sucesso e crescimento da marca.

Por onde começar as dinâmicas de integração?

Vamos a um passo a passo prático e simples:

  • estabeleça o objetivo: por que você vai realizar a dinâmica? Qual é o intuito?
  • planeje a dinâmica: como é possível chegar ao objetivo? Quais ações são imprescindíveis? A escola pode atender a proposta? Como?
  • organize a atividade: quem vai participar? Quando vai ser? Quanto tempo vai durar? Quais são os pontos importantes? O que não pode faltar?
  • meça o que ocorreu: quais foram os resultados da dinâmica? O que ela influenciou? O que ela trouxe de informação nova? Era o esperado? Ficou longe ou perto de ser?
  • analise o que foi medido: quais ações serão colocadas em prática a partir da dinâmica? Por quê? Com qual propósito?

Por fim, comunique a equipe acerca de todo o desempenho da gestão acerca do que foi levantado por meio das dinâmicas de integração. Mostre como elas são valiosas e o quanto colaboram para que a escola melhore seus resultados e a experiência pessoal de cada um como colaborador.

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