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Geral

A pesquisa de satisfação para pais e alunos é uma forma de medir a qualidade do serviço prestado e identificar insights para aplicar melhorias. Essa estratégia não é muito comum entre as instituições de ensino, pois acredita-se que os pais já manifestam sua opinião em reuniões e outras situações. 

Porém, a pesquisa de satisfação para pais e alunos é uma forma de estimular a avaliação desses dois públicos. Neste artigo, mostramos um passo a passo de como criar uma pesquisa para a sua instituição. Confira!

Por que fazer uma pesquisa de satisfação para pais e alunos?

As escolas são empresas que vendem serviços e dependem de seus clientes assim como qualquer outra. A diferença é que, por estar associada a um setor de necessidade básica, muitas vezes, a educação não é vista como um serviço contratado. Essa atitude parte tanto dos pais e alunos, quanto dos próprios gestores escolares. 

A prestação de serviços, bem como a venda de produtos, deve garantir que seu clientes estão sendo bem tratados, com as expectativas e necessidades atendidas. Isso só é possível quando a empresa sabe exatamente como está sendo a relação entre a empresa prestadora e o usuário do serviço. 

Nesse sentido, a pesquisa de satisfação surge como uma aliada. No caso das escolas, é possível identificar falhas no processo, problemas ou falta de comunicação, falta de alinhamento com o que é esperado pelo cliente e até o descumprimento do que foi contratado. 

Após receber todas as informações, a escola tem a possibilidade de criar e aplicar estratégias para melhorar o serviço. A pesquisa de satisfação para pais e alunos vai melhorar não só o seu relacionamento com o cliente, mas também o serviço de forma geral. 

O que avaliar em uma pesquisa de satisfação?

Antes de iniciar a pesquisa de satisfação para pais e alunos, a escola deve identificar os pontos que deseja avaliar, listá-los e encontrar as melhores formas de aplicar cada questão. 

Os pontos de avaliação podem variar de acordo com os serviços oferecidos pela instituição. Isso quer dizer que instituições de ensino básico, ensino superior, cursos livres, etc., contam com particularidades em seus serviços. Com isso, é possível avaliar: 

  • Número de alunos por turma;
  • Cursos disponíveis;
  • Infraestrutura;
  • Grade curricular;
  • Corpo docente;
  • Atualização de materiais pedagógicos;
  • Atendimento profissional;
  • Preços e Formas de pagamento;
  • Gestão administrativa;
  • Cultura da instituição, entre outros. 

A escola não precisa fazer uma avaliação de todos os pontos da sua estrutura. Pode dedicar seu questionário para responder apenas questões mais complexas de todo processo, se achar mais importante.

Passo a passo para fazer a pesquisa de satisfação para pais e alunos

A pesquisa de satisfação para pais e alunos proporciona benefícios para todos os envolvidos na comunidade escolar. Porém, nem todas as pessoas se sentem confortáveis ou querem responder uma pesquisa. 

A comunicação não pode ser invasiva, o cliente deve passar por um processo natural, onde se prontifica a responder as questões e não se sente constrangido. Pior do que receber um feedback negativo dos clientes é a falta de respostas, pois não revela um panorama da situação da escola e não permite que melhorias sejam aplicadas. 

O passo a passo a seguir foi criado com o objetivo de auxiliar os gestores que desejam criar uma pesquisa de satisfação para pais e alunos, mas não sabe por onde começar. Acompanhe. 

1. Identifique os pontos a serem avaliados

Como falamos anteriormente, a escola deve listar o que deseja avaliar. Essa informação vai guiar os próximos passos. Principalmente a criação do questionário, que deve ser feito baseando-se nas respostas que se deseja obter. 

2. Defina o tipo de questionário

Esse tópico está separado do próximo pela seguinte questão: o tipo de questionário vai influenciar diretamente na formulação das perguntas. Por exemplo, o objetivo é fazer uma avaliação que apresente a quantidade de respostas para x ou y. Nesse caso, o questionário deve ser de múltipla escolha. 

Se o objetivo é reunir a opinião dos clientes sobre determinados assuntos, a pesquisa deve ter campos para serem preenchidos. 

3. Crie o questionário

Insira questões básicas, como informações sobre o perfil do cliente, como idade, quanto tempo está naquela unidade, etc. Não solicite nomes e informações pessoais, isso pode inibir algumas respostas. 

Faça perguntas gerais, onde o cliente pode responder de 0 a 10, seu nível de satisfação, se recomendaria ou não a instituição, etc. 

2. Escolha uma forma de divulgação

Existem diversas formas de compartilhar uma pesquisa de satisfação para pais e alunos. Uma delas é deixar uma caixa de sugestão na recepção, porém não é tão efetiva, já que depende da motivação do cliente. 

A outra opção é distribuir os formulários entre os alunos, pedir que levem para a casa e respondam junto com seus pais. O risco é que no percurso, os estudantes podem perder os formulários. Além disso, na correria do dia a dia, os pais acabam deixando o papel de lado. 

O site da escola é um canal de fácil acesso, a pesquisa pode ser divulgada nas reuniões, por SMS ou apenas ficar destacada de forma bem posicionada. Com essa estratégia a escola fica na dependência de os pais acessarem o site e encontrarem a pesquisa de forma independente. Para evitar isso, divulgue sua pesquisa.

Outra sugestão é entrar em contato por telefone.A pesquisa pode ser feita de forma rápida e estimular mais respostas, mas os pais podem ficar inseguros quanto ao sigilo da pesquisa. 

O envio por e-mail é uma alternativa que ajuda a divulgar a pesquisa, não interrompe a rotina das famílias e garante o anonimato. Sua principal desvantagem é que pode ser facilmente esquecido. Crie uma sequência para lembrar pais e alunos de responderem a pesquisa. 

3. Prazos

A avaliação deve ser uma ação rotineira. Determine prazos para que a pesquisa seja aplicada, as informações capturadas e mensuradas. Dessa forma, será possível avaliar os períodos que foram satisfatórios ou não.

Sempre que enviar uma pesquisa por e-mail, defina um prazo para que fique disponível e envie lembretes avisando os clientes que não deixaram suas respostas. 

4. Mensure os resultados

Depois de capturar todos os dados, você deverá fazer a análise e avaliação de cada um deles. Utilize um sistema de automação para te ajudar com essa tarefa que pode ser bastante trabalhosa. 

5. Aplique melhorias

O objetivo da pesquisa de satisfação para pais e alunos é identificar quais pontos precisam receber melhorias. Após metrificar os resultados, faça uma análise dos processos que precisam ser reestruturados e receber investimento. Crie estratégias e aplique as melhorias necessárias. 

No final, os clientes verão que valeu a pena participar da pesquisa, pois a escola investiu para tornar o seu serviço melhor. 

A pesquisa de satisfação não deve ser vista como uma vilã, mas sim como uma estratégia que vai ajudar pais, alunos e escola. Crie a sua pesquisa e torne esse processo uma prática com objetivo de melhoria frequente em sua instituição.

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O objetivo principal de qualquer empresa é ganhar mercado e crescer. Para isso, investem em Marketing e em estratégias que apresentem novas formas e caminhos de alcançar o público desejado. A inteligência de mercado é uma dessas técnicas. 

A estratégia consiste no levantamento e avaliação de informações, que resultarão em insights para serem aplicados na empresa. Dessa forma, novos produtos e serviços são desenvolvido, melhorias são aplicadas, etc. A inteligência de mercado também pode ajudar a sua instituição de ensino. Saiba como neste artigo!

O que é inteligência de mercado?

A inteligência de mercado é a estratégia onde dados sobre a atuação de mercado da empresa são encontrados, agrupados e analisados para que ações sejam criadas para atingir o seu público-alvo.

De forma prática, isso quer dizer que a empresa vai realizar pesquisas com seus clientes ou público-alvo específico, buscar informações sobre os concorrentes e mensurar. O resultado dessa avaliação servirá para entender o que o seu cliente precisa e o que pode ser feito para atendê-lo. 

Os dados que a inteligência de mercado apresentar podem ser qualitativos e quantitativos. Vai depender da necessidade de informação que a empresa tem.

A empresa deve estar sempre atenta, observando o mercado, para identificar oportunidades e tendências antecipadamente. Porém, apenas alguns recursos, como a inteligência de mercado poderá ajudá-lo com isso. 

Mapeamento de concorrência: veja como melhorar os resultados da sua instituição

Dentro da inteligência de mercado existe uma metodologia chamada mapeamento de concorrência. O objetivo é mapear os concorrentes, de acordo com as características identificadas pelos dados da inteligência de mercado. Essas características estão relacionadas com o valor agregado que os concorrentes oferecem aos seus clientes. 

As informações servirão para que a empresa possa entender quais são as melhorias que precisam ser feitas e quais são os seus diferenciais de mercado, diante da concorrência.  

Para isso, será preciso observar os concorrentes, um conjunto ou uma linha de produtos e serviços específicos. Os quadrantes a serem observados são: preço, valor agregado e relevância da marca.

Alguns gestores acreditam que não é possível aplicar esse tipo de estratégia em serviços educacionais, mas mostraremos a seguir que não só é possível, como daremos dicas de como fazer isso. Confira!

Preço

O preço é um grande influenciador na hora da compra e da contratação de um serviço. É importante entender que alguns clientes sempre levarão esse fator em consideração na hora de escolher por um produto ou serviço, não importa a qualidade. Precisam contratar determinado produto e o escolhido será o mais em conta. 

Em outros casos, onde os serviços são semelhantes, o cliente utilizará o preço para fazer sua escolha. Com isso, em seu mapeamento, você identificará que diversas escolas, no mesmo padrão que o seu estão concorrendo com a sua apenas pelo preço. 

Faça uma análise dos serviços que são oferecidos em sua escola e quais são os influenciadores do preço. O objetivo é encontrar possibilidades de trabalhar com margens melhores na negociação com o cliente. Isso poderá te ajudar até na criação de ofertas. 

Não esqueça, porém, de considerar suas despesas e metas, para que os descontos não prejudiquem o faturamento

Valor agregado

Preço e valor não são a mesma coisa. Um dos maiores erros das empresas é confundir esses dois fatores. O que diferencia um do outro é a importância que o cliente dá para o seu serviço, ou seja, o valor que ele enxerga. 

Como falamos no tópico anterior, alguns clientes vão fechar com a escola que oferece o menor preço. Nesse caso, o valor agregado não faz diferença. 

O valor agregado é fundamental, pois ele pode ser aplicado no preço. A escola que oferece um diferencial aos seus clientes não está preocupada com o público que só está interessado no preço porque consegue se destacar das demais no mercado. Inclusive, o tipo de cliente que só visa o preço não é interessante para aquele modelo de negócio. 

A escola que criar um valor agregado para o cliente terá um público sempre satisfeito, que valoriza o serviço e que faz propaganda de forma independente. Quais são os seus concorrentes com maior valor agregado? Quais são seus diferenciais? 

Marca

A força de uma marca é capaz de vender um produto ou serviço praticamente sozinha. A Coca Cola, por exemplo, construiu uma marca forte e é referência em seu segmento. O que faz com que ela tenha mais chances de ser vendida do que outro refrigerante desconhecido. 

A mesma coisa acontece com as escolas. Faça um exercício mental agora. Pense nas primeiras instituições de ensino que vêm à sua cabeça. Provavelmente, você pensou em instituições renomadas que não concorrem com a sua escola. Isso acontece porque essas escolas construíram suas marcas no mercado. 

Dentro do seu nicho, quais são as instituições que são lembradas pela marca que construíram?

Faça o levantamento de todas as informações que listamos acima. Reúna o grupo de concorrentes da sua escola e avalie quais são:

  • Os pontos em que eles se destacam;
  • Quais são seus diferenciais;
  • Em quais pontos eles se assemelham com a sua empresa; 
  • Como a sua empresa se destaca diante desses pontos. 

Além disso, analise como os concorrentes divulgam seus serviços. Como os públicos são os mesmos ou semelhantes, isso te dará insights sobre como divulgar a sua marca.

Faça um levantamento das promoções que ele realizou durante o ano, essa informação pode ser encontrada nas redes sociais. Analise as campanhas e tente identificar a estratégia utilizada, use os pontos em comum entre cada uma delas para reconhecer. 

Em qual ponto os seus concorrentes costumam apelar, para preço, método de ensino, infraestrutura?

Todas as informações servirão para a construção de um perfil de concorrência. Você verá que a sua escolas e as dos concorrentes se assemelham em diversos pontos e é nos diferenciais que os clientes são conquistados. 

Os insights do mapeamento vão te ajudar a identificar onde é possível melhorar os seus serviços e o que pode ser criado para atender o cliente e se destacar no mercado. 

Continue acompanhando o blog do Software Geo e fique por dentro das estratégias que vão ajuda o seu negócio. 

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O que a legislação trabalhista para instituições de ensino difere do geral? Tecnicamente, nada, a legislação apresenta regras e orientações que envolvem todos os profissionais. Porém, alguns artigos foram atualizados na reforma trabalhista para proporcionar flexibilidade entre as relações de trabalho. 

Estar informado sobre a legislação trabalhista garantirá que a escola não cometa falhas na contratação e na tratativa com seus colaboradores, principalmente no que diz respeito aos professores, pois são profissionais que costumam atender mais de uma instituição de ensino. 

Confira as principais orientações para que o gestor ou diretor da escola tenha segurança ao lidar com essas questões. Saiba tudo sobre a legislação trabalhista para instituições de ensino. 

Jornada de trabalho da legislação trabalhista para instituições de ensino

De acordo com a lei antiga, o professor não poderia dar mais do que quatro aulas consecutivas por dia ou mais de seis aulas intercaladas. Porém, a reforma trabalhista regulamentou os contratos de trabalho intermitentes. O que isso quer dizer?

O professor pode aumentar o seu número de aulas ou se envolver em outros projetos que exigem mais tempo de trabalho. Com isso, o professor pode receber apenas pelas aulas ministradas, pois a escola não terá um vínculo contratual com o profissional. 

Caso esse profissional seja registado em carteira, a escola deverá cumprir com os direitos do colaborador: férias, FGTS, previdência e décimo terceiro. 

Banco de horas

Os professores sempre tiveram uma jornada mínima de trabalho que não podia ser ultrapassada, como falamos anteriormente. Porém, aquele profissional que era contratado para uma jornada menor do que o limite e ultrapassava o tempo combinado em contrato tinha o direito de receber horas extras. 

Agora, de acordo com a legislação trabalhista para instituições de ensino, a escola pode acordar com o profissional um modelo de compensação de horas. O cumprimento dessa compensação deve ser feito dentro do prazo máximo de 6 meses. 

No geral, se o profissional ultrapassar 44 horas semanais, 4 horas extras semanais ou 280 horas mensais, terá direito à compensação. 

Por outro lado, a escola deve estar atenta para algumas atividades que não podem ser consideradas como parte do trabalho, como:

  • Pausas para alimentação fora do horário de almoço;
  • Troca de uniforme, situação comum entre os procedimentos em laboratórios;
  • Higiene pessoal;
  • Estudo e lazer (como as aulas vagas ou intervalos no meio do período).

Outro ponto de atenção refere-se às atividades que os profissionais levam para corrigir ou preparar em casa. Esse tempo também é considerado como rotina de trabalho e deve estar discriminado em contrato. 

Remuneração

A escola deve pagar ao profissional o número de aulas semanais ministradas. Também é permitido o acordo de um salário fixo para o profissional, desde que respeite o valor mínimo que seria pago pela sua carga de trabalho. Os pagamentos devem ser feitos mensalmente, considerando que o mês tem quatro semanas. 

Caso o professor tenha faltado em alguma aula sem justificativa prévia, a escola tem o direito de descontar o valor da aula. Por outro lado, não pode descontar faltas motivadas por cerimônias de gala ou formatura, bem como falecimento cônjuge, pais ou filhos. 

O pagamento do piso ou do salário mínimo não é mais obrigatório no cálculo trabalhista de profissionais que recebem por produtividade.

Durante o período de férias e eventos escolares que motivem a falta de alguma aula, é assegurado ao professor que receba seu pagamento como se tivesse ministrado as aulas. 

A escola pode negociar a remuneração diretamente com seus colaboradores. Comissões, gratificações, percentagens, gorjetas e prêmios não precisam mais entrar na folha de pagamento. 

Férias escolares

A instituição de ensino não pode exigir que o professor cumpra com outras funções que não sejam relacionadas com a preparação ou aplicação de aulas, provas e trabalhos. Já as férias dos colaboradores podem ser fracionadas em até três vezes ao ano, incluindo datas comemorativas. 

Licença Maternidade

A licença maternidade pode ser negociada entre patrão e colaborador para ter seu período diminuído. 

Plano de Carreira

Os professores também têm direito a plano de carreira sempre que for ofertado pela instituição. Antes da reforma trabalhista, o plano de carreira devia ser homologado com cargos e salários no Ministério do Trabalho e registrado no contrato de exercício da função. 

Com a mudança na lei, o critério deixa de existir. Dessa forma, o plano de carreira pode ser alterado quando a escola achar necessário e negociá-lo diretamente com seus colaboradores. 

Sindicato

O sindicato não vai mais interferir diretamente nas negociações entre profissionais e empresa. Ambos seguem negociando acordos coletivos, porém não devem mais incorporar as decisões dos contratos. 

A negociação entre profissionais e empresas passa a ser feita de forma direta, sem o sindicato como intermediário. A contribuição sindical também deixa de ser obrigatória, a empresa só poderá fazer o desconto se o colaborador autorizar. 

Horário de almoço

O tempo de almoço também sofreu alterações. O profissional deve ter um intervalo de, no mínimo, 30 minutos. Antes da reforma, esse tempo era de 1 hora. A empresa que não respeitar a exigência deverá acrescentar 50% do valor da hora de trabalho, acima do tempo concedido, na folha de pagamento do colaborador. Essa não é uma regra exclusiva da legislação trabalhista para instituições de ensino.

Demissão

A legislação trabalhista para instituições de ensino também sofreu mudanças no que se refere à demissão dos profissionais. Anteriormente, o colaborador perdia o direito de receber a multa de 40% sobre o FGTS e o saque dos valores depositados durante o contrato de trabalho caso pedisse demissão. 

A escola tinha que avisar o colaborador sobre sua demissão com 30 dias de antecedência e podia exigir o cumprimento do aviso prévio ou remunerá-lo. A mudança na legislação trabalhista para instituições de ensino sofreu mudanças e agora segue a seguinte configuração:

  • O contrato de trabalho poderá ser encerrado de comum acordo entre as partes interessadas;
  • A empesa pode pagar apenas metade da multa sobre o FGTS e o colaborador pode sacar apenas 80% do saldo;
  • Em caso de saque de 80% do FGTS, o colaborador perde o direito ao seguro-desemprego. 

Além disso, na legislação trabalhista antiga para instituições de ensino, o colaborador com mais de um ano de empresa devia passar pela homologação da rescisão de contrato no sindicato. Com a mudança, esse processo não é mais necessário. 

Conclusão

As principais mudanças na legislação trabalhista para escolas se referem às relações de trabalho. Isso quer dizer que a comunicação entre contratante e contratado será mais frequente. Com isso, os interesses de ambos podem ser expostos com o objetivo de encontrar a melhor solução para os dois lados. 

Estar atento à legislação trabalhista para escolas vai evitar processos trabalhistas e brigas na justiça. Busque sempre o auxílio de um profissional para te orientar sobre as principais dúvidas. 

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Como estão os preparativos para o carnaval na sua escola? Neste post, listamos algumas dicas que podem te ajudar com a organização desse evento. Confira!

O carnaval brasileiro é uma festa que ficou conhecida no mundo todo. É um momento de alegria comemorado entre as famílias, nas empresas e também nas escolas – que podem aproveitar a data e inserir no contexto das aulas. Se você está buscando dicas para organizar o carnaval na sua escola, chegou ao conteúdo certo. 

Neste artigo, mostraremos como organizar o carnaval na sua escola, envolvendo a todos os colaboradores, professores, alunos e até familiares. Veja como a seguir!

Insira o contexto histórico do carnaval na sua escola

Apesar de ter ficado conhecido no mundo todo como um elemento da cultura nacional, o carnaval não foi criado no Brasil. Festas bem semelhantes às que são promovidas hoje já eram realizadas na Antiguidade, por isso, acredita-se que o carnaval surgiu na Mesopotâmia, Grécia e Roma. 

Na Mesopotâmia, duas festas podem ter dado origem ao carnaval que conhecemos hoje. A primeira delas eram as Saceias, festas onde o prisioneiro assumia a posição de rei por alguns dias. Vestia as roupas, se alimentava e até dormia com as esposas do rei. Depois desse ritual festivo, o prisioneiro era punido com chicotadas, era enforcado ou torturado. 

A outra festa era um ritual onde o rei perdia seu símbolo máximo de poder e era surrado em frente à estátua de Marduk – um dos primeiros deuses da Mesopotâmia. O objetivo era mostrar que o monarca era submisso à divindade. Depois assumia seu trono novamente. 

As duas festas tinham uma característica bem semelhante ao carnaval que conhecemos hoje: a subversão aos papéis representados pela figura máxima da sociedade na época. No carnaval de hoje, há também a troca de papéis, onde homens se vestem de mulher e vice-versa. 

Já em Roma, as festas eram as Saturnálias e as Lupercálias, onde os papeis também eram invertidos. Dessa vez, os escravos se colocavam nos lugares de seus senhores. 

Porém, as festas eram pagãs e a igreja não as aceitava, justamente por causa da subversão de valores. A igreja acreditava qu,e ao inverter os papéis, invertiam-se também as imagens de Deus e do demônio. 

Para mudar essa realidade a igreja se movimentou para enquadrar a festa em seus ritos. Quando a quaresma foi criada, o carnaval foi inserido no contexto, passando a ser realizado antes do período religioso. O objetivo da igreja era fazer com que, nessa data, as pessoas pudessem se exceder para depois entrar no período de severidade religiosa. 

Com isso, surgiu a palavra carnaval, do latim carnis levale, que significa retirar a carne. Fazendo associação ao período da quaresma, no qual os católicos deviam fazer jejum e controlar os prazeres da carne. 

No Brasil, o carnaval surgiu no período colonial, com o entrudo – festa portuguesa manifestada pelos escravos. Depois vieram os cordões e ranchões, festas de salão, corsos, afoxés, frevos e maracatus, além das marchinhas e sambas que foram adicionados à tradição. 

A história do carnaval é muito rica, por isso pode ser resgatada e inserida nas aulas que antecedem o período de comemorações. A seguir, veja como organizar o carnaval na sua escola. 

7 dicas para organizar o carnaval na sua escola

  1. Programação

A festa pode ser apenas para as crianças da escola, envolvendo apresentações, dinâmicas e brincadeiras, dividido por faixas etárias ou ser para toda a família. Nesse caso, a escola deve criar uma programação com as atividades que serão realizadas e incluir no calendário da escola para que os pais possam se preparar. 

  1. Local

Após definir a programação do evento, será necessário escolher o melhor espaço para o carnaval na sua escola. Esse ambiente pode ser dentro da própria instituição ou em um salão externo, caso o espaço não comporte todos os convidados. 

  1. Decoração

É importante envolver as crianças nessa etapa. Os alunos podem criar os adereços e objetos que vão decorar o espaço. Mesmo que a escola opte por contratar a decoração, o tema central da festa deve ser apresentado previamente às crianças. 

Além disso, para não deixar os alunos como coadjuvantes, a escola pode envolvê-los em outras etapas do processo, como a definição das apresentações, das fantasias, etc.

Não esqueça que o carnaval na sua escola é uma festa que deve ter muita serpentina, confete, purpurina, máscaras, flores e fitas. Reserve um espaço para disponibilizar mais adereços aos convidados. 

  1. Comidas e bebidas

Toda festa deve ter boas comidas e bebidas. Como o carnaval é comemorado no verão, a festa deve ter um cardápio repleto de opções refrescantes e leves. Se preferir, invista em comidas tradicionalmente brasileiras, explore frutas típicas e da época. 

  1. Músicas

As músicas de carnaval devem ser as tradicionais marchinhas e os sambas enredo mais tradicionais. A escola pode criar uma playlist com diversas opções para tocar de forma aleatória durante o evento ou contratar um DJ, uma banda ou escola de samba regional.

Ter uma música ao vivo e tradicional deixará os convidados muito mais animados durante a festa. 

  1. Fantasias

Determine se a fantasia será obrigatória ou não. Em caso de obrigatória, a escola deve orientar os alunos sobre as fantasias mais tradicionais, a fim de evitar qualquer tipo de equívoco ou constrangimento entre as famílias. 

Afinal, a festa pode ter crianças de diferentes faixas etárias e alguns tipos de fantasias podem causar desconforto. 

Uma solução para lidar com essa situação é definir com os alunos, antecipadamente, quais serão as fantasias e listar as opções mais tradicionais que devem ser seguidas. 

  1. Envolva a todos

Festas como essa são ótimas para entrosar e envolver a família, os alunos e os colaboradores na organização. Crie atividades que motivem a interação dos convidados de todas as idades e convide as famílias para participar dos preparativos. 

Promover um carnaval na sua escola exigirá organização de todos os envolvidos. Porém, as demais áreas da escola, como secretaria e financeiro, não podem ter suas atividades impactadas. Se for necessário, crie uma escala com as informações sobre a participação de cada colaborador e redistribua as atividades diárias para não afetá-las. 

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Como o Marketing para escolas pode ajudar sua instituição a se destacar e crescer? Veja neste artigo 7 ideias que listamos para te ajudar.

Um dos maiores erros de uma gestão escolar é pensar que o Marketing para escolas não é necessário. As escolas são empresas como todas as outras, a diferença é que vendem um produto extremamente necessário, mas que pode ser adquirido gratuitamente.

O maior desafio, porém, é fazer com que os pais escolham uma instituição e não outra. Existem muitas escolas particulares no mercado e para muitos pais a escolha não é feita com base no projeto pedagógico, mas sim na distância, nas opções de horários e, principalmente, no preço. O Marketing para escolas se torna fundamental para ajudar os pais a fazerem essa difícil escolha. 

Marketing para escolas: 7 ideias que você pode colocar em prática em 2019

O Marketing para escolas não deve ser caro ou exigir muito da gestão escolar. Na maioria das instituições de ensino não existe um departamento de Marketing e as ações acabam virando mais uma demanda para a secretaria da escola.

Neste artigo, mostraremos ações simples de Marketing para escolas, mas que exigem dedicação, análise e aprimoramento, assim como em todas as estratégias. Caso contrário, não será possível alcançar o sucesso. 

  1. Identifique seu público-alvo

Divulgar para todos os públicos é um erro frequente em empresas de todos os segmentos. Na ânsia por atrair clientes, há um investimento de tempo e dinheiro em ações que têm como objetivo impactar a todos os tipos de perfil. 

Essa prática é equivocada, pois tempo e dinheiro são perdidos e poucos clientes são efetivamente atraídos. O adequado é estudar o público da escola e criar estratégias de Marketing para escolas específicas. 

O processo de identificação do público-alvo vai mostrar particularidades dos clientes da escola como, por exemplo, qual o canal que eles usam para se informar. O público que não utiliza redes sociais, por exemplo, não será encontrado no Facebook. 

Faça pesquisas com pais e alunos da sua escola, cruze as informações, encontre pontos em comum e tenha a definição de quem são seus clientes. Com isso, você poderá investir em ações mais assertivas. 

  1. Crie uma persona

A persona é a representação do que seria o cliente ideal da empresa. Qual é o cliente que a escola quer atrair? Quais os tipos de alunos? Qual o perfil das famílias? Essa personificação está muito próxima da imagem do cliente que a escola já tem. 

A persona é uma descrição das principais características desse cliente. Deve ter seu nome, idade, profissão, objetivos de vida, principais problemas e hábitos de leitura e informação. Essa descrição ajudará a escola a construir estratégias baseadas nessa imagem. 

O ideal é criar dois tipos de persona: uma que represente os alunos e outra que represente o responsável financeiro, aquele que vai arcar com as mensalidades. 

  1. Defina os canais de comunicação

Com base nas informações anteriores, a escola identificará quais são os canais de comunicação que o público da escola mais utiliza. Pode ser redes sociais, sites especializados em educação, blogs, podcasts etc. 

Estude sobre os canais identificados, quais são seus algoritmos de entrega de conteúdo, como o público interage e pesquise pelos perfis da concorrência. Analise como eles estão produzindo conteúdo e quais ações desenvolvem para o público. Utilize esses insights para começar a criar suas primeiras ações de Marketing para escolas. 

  1. Crie conteúdo

A internet se tornou a maior fonte de informação dos últimos tempos. Qualquer informação pode ser encontrada na rede e é dessa forma que diversas pessoas estão chegando até marcas, produtos e serviços. 

Oferecer conteúdo de qualidade e relevante para o público é uma estratégia de Marketing para escolas que vai atraí-los e fazer com que conheçam a marca. A empresa que cria conteúdo relevante, inédito e que acrescenta para o seu público é vista com autoridade. Com isso, se tornam referência quando o assunto é o segmento no qual atuam.

A escola deve se mostrar como uma especialista no segmento de educação, mostrando seu conhecimento e como tem inovado dentro do mercado. Esse será o chamariz para atrair cada vez mais interessados nos projetos desenvolvidos pela escola. 

  1. Fortaleça o relacionamento

Manter a família envolvida com a escola é um grande desafio. Não por falta de interesse dos pais, mas porque as rotinas estão cada vez mais atribuladas. Os pais precisam lidar com o trabalho, as questões de casa e a escola. Quando escolhem uma instituição de ensino para matricular o filho, estão optando pelo local mais seguro. 

Por isso, é natural que esse espaço seja colocado em segundo plano. Os pais têm certeza de que seus filhos estão bem cuidados e não é necessário que estejam sempre ali. Assim, costumam voltar a atenção para questões mais críticas que dependem totalmente deles.

A escola deve estar atenta a essa situação e criar estratégias que ajudem a aproximar os pais sem impactar em suas rotinas. Uma solução é investir em ferramentas de automação de e-mail Marketing. Por meio de listas segmentadas, a escola consegue manter o relacionamento com os pais. 

As listas podem ser divididas em faixa etária, turmas ou algum tema específico. É importante estar atento para a frequência dos e-mails. Para pais de alunos menores, a frequência de envios costuma ser maior, o que já não é necessário para aqueles alunos que estão no ensino médio, por exemplo. 

  1. Fidelize seus clientes

A escola é o ambiente onde muitos alunos passam a maior parte do tempo, por isso deve ser um local agradável, onde todos gostam de estar. Proporcionar esse espaço para os alunos impactará diretamente na imagem que os pais têm sobre a instituição. 

Invista em infraestrutura, na qualidade do ensino e no relacionamento dentro do ambiente escolar. Essas ações vão impactar positivamente na vida de seus clientes, fazendo com que eles se tornem fiéis a sua marca. 

  1. Ofereça atendimento de qualidade

Atender bem não é apenas atender com educação e cordialidade, mas também com agilidade e garantindo a resolução de problemas do cliente. Permitir que o cliente resolva sozinho algumas de suas pendências é uma forma de garantir o bom atendimento.

Afinal, ele não fica dependente da empresa e pode solucionar suas questões quando achar necessário. 

Utilizar ferramentas de automação é uma forma de diminuir o fluxo de trabalho na secretaria, permitindo que os profissionais se dediquem mais aos pais e alunos. Tarefas repetitivas não precisam ser realizadas por pessoas. Existem diversos sistemas no mercado que automatizam os processos e os tornam mais rápidos. 

Os profissionais da secretaria devem estar disponíveis e atentos para lidar com as situações mais críticas do departamento, dos pais e alunos. 

Pequenas ações de Marketing para escolas vão ajudar a sua instituição a se destacar no mercado com baixo investimento. Comece a aplicar essas estratégias e veja como os resultados serão satisfatórios. 

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